segunda-feira, 16 de setembro de 2019

DISCIPULADO - Lição1 - A Bíblia


Você e Deus

Quando começamos a nos sentir atraídos para Deus, é sinal de que algo que vai muito além da nossa razão está operando em nossa realidade. Por vezes coisas começam a acontecer, pessoas entram em nossas vidas, dentre outros fatores que começam a nos chamar a atenção para a necessidade que temos de voltar para o “colo do Pai”. Isso não ocorre por acaso, pois tudo tem um tempo determinado para cada coisa (Eclesiastes 3) e essa atração é puramente a ação do Espírito Santo nos chamando para mais perto de Deus.
O processo de buscar a Deus é fantástico e recompensador, porém ele é composto de algumas fases. Uma delas é entender a importância da Bíblia para nós. Para muitos ela é apenas um livro, mas para os filhos de Deus, é poder dEle.

Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus. 1 Coríntios 1:18


Por isso vamos estudar um pouco sobre este texto que não é chamado de Palavra de Deus à toa:
Deus poderia usar o método que ele desejasse para se comunicar com a humanidade, porém escolheu fazer isso por meio de um livro. Este fato está intimamente ligado ao estudo, o qual é necessário para se conhecer a Deus. Todavia, isso não significa que conhecer a Deus intimamente é um privilégio dos eruditos, não! Deus está disponível para o iletrado e para o pós-doutor, pois o que nos permite compreender as coisas de Deus não é o nível intelectual das pessoas, mas sim a sabedoria dada pelo Seu poder. Assim, existem doutores analfabetos bíblicos, que podem até ler, mas não a compreendem e há pessoas simples e sem estudo, porém, cheias de iluminação do Espírito Santo que além de conhecerem as escrituras teoricamente, vão além: põe-na em prática em suas vidas!
A Bíblia foi escrita ao longo de cerca de 1500 anos, por 40 escritores diferentes, mas com um único autor: Deus. Esses escritores não ouviam Deus ditando os textos aos seus ouvidos, mas eram inspirados miraculosamente, o que significa que o vocabulário, os traços culturais, o contexto histórico, eram os desses escritores, porém a ideia central era fruto da inspiração divina. Estes homens pertenciam a classes sociais diversas, muitos nem chegaram a se conhecer, entretanto seus textos não entram em contradição, pelo contrário, complementam-se.
Por isso, quando os textos do Novo Testamento ainda estavam em plena produção, historiadores, como Josefo e Tácito, já escreviam sobre os acontecimentos da época e, ao serem comparados com os fatos narrados por uns e outros, a Bíblia demonstra precisão histórica. Além disso, é o livro mais vendido de todos os tempos; foi traduzida para mais de 1.200 idiomas; tem mais de 3.200 versículos com profecias cumpridas; todavia, o que a torna tão especial é o poder transformador que tem, ao regenerar o caráter das pessoas, dar esperança e vigor, unir as pessoas pelo amor, generosidade e companheirismo. Nenhum livro ao longo da história da humanidade mudou mais vidas que a Bíblia.
 Algum livro escrito por capacidades humanas conseguiu  feito parecido?
Mesmo assim, nenhuma obra literária enfrentou maior questionamento crítico-científico do que o texto da Bíblia Sagrada. Hoje podemos, sem a menor dúvida, dizer que temos em mãos o mesmo conteúdo dos livros canônicos originais, da forma como saíram das mãos dos apóstolos. Ainda que um texto ou outro sejam temas de disputas hermenêuticas, aquilo que era importante para a salvação dos homens foi maravilhosamente preservado (SILVA, 2017).
 Tanto a origem quanto a preservação do texto bíblico é um forte argumento para a existência do Deus que inspirou essas páginas.

Assista aos vídeos:
A Origem da Bíblia | Vai na Bíblia: 


EVIDÊNCIAS - Quem escreveu a Bíblia? 



Podemos acreditar na Bíblia?

A Bíblia é a regra de fé dos cristãos, pois tudo que conhecemos de Deus está firmado no que este livro afirma, porém será que ela é realmente confiável ou é invenção de homens?
Você sabia que escavações, achados arqueológicos, escritos antigos, descobertas surpreendentes e avanços no conhecimento científico confirmam o que a Bíblia diz?

Assista ao vídeo:
10 motivos para Crer na Bíblia | Vai na Bíblia



Veja o que o físico Adauto Lourenço afirma:
Bíblia um livro de História ou Mitos? Prof Adauto Lourenço
 https://www.youtube.com/watch?v=f-SJvBA0ZWo
Adauto Lourenço, Formado em Física pela Bob Jones University (1990), Carolina do Sul, EUA. Possui mestrado em Física, obtido na Clemson University (1994), Carolina do Sul, EUA.



Assista ao vídeo: 
Faz Sentido Crer Na Bíblia? de Rodrigo Silva 
(Rodrigo Silva, graduado em Teologia, Filosofia, mestre em Teologia Histórica. Especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém (1998). Doutor em Teologia Bíblica. Doutor em arqueologia clássica pela Universidade de São Paulo. Professor de Teologia e Arqueologia do Centro Universitário Adventista de São, curador do Museu Paulo Bork de Arqueologia do Oriente Médio)



Vejamos algumas provas que confirmam a Bíblia:

Em Génesis 15:13-16, profetiza-se a escravidão de Israel no Egito. Já que Abraão tinha 100 anos quando Isaque nasceu, a quarta geração equivalia a 400 anos. Deus também cumpriu a promessa de multiplicar as pessoas (Gn 46:3) e os 70 descendentes originais de Jacó transformaram-se em mais de um milhão! Eles aumentaram, apesar da perseguição e do sofrimento.

Segundo pesquisa realizada pela emissora BBC durante a produção de um documentário:

MOISÉS

Moisés era hebreu, mas não escravo, segundo a Bíblia, porque foi encontrado em um cesto em rio pela filha do faraó, que o adotou.
O egiptolólogo Jim Hoffmeier, autor de Israel Antigo no Sinai (Oxford University Press, 2005) explica que esta prática era comum no Egito Antigo e que persiste de certa forma até os dias de hoje. “Era uma forma antiga de colocar uma criança à mercê do destino determinado pelos deuses nas crenças locais, portanto quando a mãe de Moisés o faz, está agindo conforme os costumes daquela civilização. Hoje, colocamos bebês em cestos e os deixamos na porta de igrejas", afirma Hoffmeier, ou de orfanatos, casas...
Hoffmeier ainda explica que seria normal a adoção de Moisés pela filha do rei, conforme afirmado pelo Texto Sagrado. Registros deixados pelos faraós mostram que os palácios tinham creches onde os filhos da realeza eram educados e que crianças estrangeiras também eram trazidas para participar. "Nesta época, crianças que não faziam parte da nobreza passaram a poder integrar estas instituições, assim como os filhos de reis estrangeiros, que eram levados para elas para aprender a ler e escrever", diz Hoffmeier.
Teria sido simples para filha do faraó, segundo o especialista, colocar um bebê encontrado por ela em uma destas creches. Estudiosos do tema ainda questionam se os hebreus eram de fato escravos neste período do Egito Antigo, pois, além do texto bíblico, não existiriam provas históricas ou arqueológicas disso.
"Havia semitas, alguns dos quais poderiam chamar a si mesmos de hebreus, que faziam parte de grupos de trabalho. Eles não eram propriedade de um indivíduo. Eles viviam em vilarejos de trabalhadores", afirma Carol Meyes, professora de estudos bíblicos da Universidade Duke, nos Estados Unidos.
Assista ao vídeo:
Evidências Arqueológicas do Êxodo (Parte 3 - Evidências dos Hebreus no Egito) 


AS PRAGAS

Na Bíblia, as dez pragas são um ato de Deus, que age por meio da natureza. São elas:

§     As águas do rio Nilo viram sangue;
§     Rãs cobrem a terra;
§     Piolhos atormentam a população;
§     Moscas escurecem os céus;
§     O gado morre;
§     Chagas afligem homens e animais;
§     Uma chuva de granizo destrói plantações;
§     Nuvens de gafanhotos consomem cultivos;
§     Trevas encobrem o Sol por três dias;
§     Os primogênitos morrem.
Especialistas de diversas áreas, como climatologistas, oceanógrafos e vulcanólogos, sugerem haver evidências de uma série de eventos naturais que poderiam explicar estas pragas.
O epidemiologista especializado em desastres naturais John Marr, autor de um artigo sobre o assunto publicado no jornal americano New York Times, que que serviu de base, acredita que as pragas podem ter sido causadas pela proliferação de um micro-organismo, o Pfiesteria piscicida, nas águas do Nilo, o que teria envenenado os peixes e levado uma série de eventos trágicos.
Esta teoria explica as seis primeiras pragas. Em 1999, ocorreu uma catástrofe ambiental na cidade americana de New Burn, no Estado da Carolina do Norte. Ao acordar, seus habitantes viram que um rio local havia ficado vermelho. Mais de um bilhão de peixes morreram. Pessoas que trabalhavam próximo do curso d’água ficaram cobertas por feridas.
A causa foi poluição, após milhões de litros de excrementos dos animais serem despejados na água em uma fazenda de porcos localizada à beira do rio. A contaminação causou uma mutação genética no Pfiesteria, que fez com que o micro-organismo passasse de inócuo a letal.
Para Marr, o micro-organismo teria matado os peixes, o que teria feito com que o rio assumisse um tom avermelhado. A poluição teria forçado as rãs a invadir a terra, onde elas morreriam, gerando uma multiplicação de moscas e piolhos – que teriam perdido seus predadores naturais. Por sua vez, as moscas poderiam ter transmitido doenças virais para os animais, levando-os à morte.
O cientista ainda aponta que "pragas" como gafanhotos e chuvas de granizo continuam a assolar o Oriente Médio até hoje. O golpe final – a morte dos primogênitos – poderia ser um resultado direto da combinação da tradição local e tentativas de lidar com as outras pragas.
Os cultivos que resistiram aos gafanhotos e ao granizo poderiam ter sido colhidos e armazenados ainda úmidos, criando as condições perfeitas para a proliferação de toxinas mortais. Em uma posição social privilegiada, os primogênitos teriam sido alimentados com duas porções dos grãos contaminados.
Outra teoria dá conta de que as pragas teriam sido causadas pela erupção de um vulcão. Em maio de 1980, o monte Santa Helena, no noroeste dos Estados Unidos, entrou em erupção, matando tudo em um raio de quase 38 km. As cinzas expelidas na atmosfera ainda escureceram os céus num raio de 160 km.
Marr argumenta que cinzas de um vulcão poderiam ter dado início a uma proliferação de algas, com efeito tóxico, no rio Nilo, desencadeando os mesmos eventos que teriam sido causados pelo Pfisteria.
Esta teoria parece frágil diante do fato de não existirem vulcões ativos no Egito, mas a ilha grega de Santorini fica a 800 km ao norte do delta do Nilo. No século 16 a.C., a ilha foi destruída por uma grande erupção, milhares de vezes mais potente que uma bomba nuclear e uma das mais fortes dos últimos 10 mil anos.
Os efeitos deste evento poderiam ter atingido o Egito? Quando a erupção ocorreu, o vento soprava na direção sudeste, rumo ao reino egípcio. Amostras das cinzas foram coletadas do fundo do oceano, e sua maior concentração foi encontrada na direção do delta do Nilo.
O oceanógrafo Jean-Daniel Stanley, do Instituto Smithsonian, em Washington, nos Estados Unidos, coletou amostras de lama e lodo para verificar se as cinzas teriam chegado tão longe e identificou no Egito fragmentos vulcânicos ligados a esta erupção.
"Deve ter sido uma experiência aterrorizante. Primeiro, teria sido ouvida a explosão. Depois, as pessoas teriam sentido a queda das cinzas jogadas no ar", diz ele.
Mas como isso poderia ter levado às pragas? Mike Rampino, especialista em modelos climatológicos da New York University, simulou com a ajuda de um programa de computador os efeitos da erupção em Santorini.
Suas cinzas teriam bloqueado o Sol e levado a escuridão ao delta do Nilo. Isso teria sido acompanhado por eventos climáticos adversos relacionados a erupções, como tempestades de raios e granizo.
A erupção também teria levado a uma queda de 2ºC na temperatura, o que teria reduzido as chuvas e feito o nível dos rios baixar e sua água se estagnar. Junto com minerais tóxicos das cinzas trazidos pela chuva, isso teria provocado um grande impacto no Nilo e gerado as condições ideais para a proliferação de pragas.

Assista ao vídeo:
Mistérios Revelados: Êxodo -Documentário Discovery Channel 
 https://www.youtube.com/watch?v=jv4P2zcOiwk



O ÊXODO

Segundo a Bíblia, quando os hebreus deixaram o Egito, o faraó mudou de ideia e enviou 600 bigas para perseguir os escravos. Este número seria um exagero bíblico?
Em 1997, no sítio arqueológico onde ficava a cidade de Ramsés 2º, arqueólogos descobriram as fundações de um estábulo, com espaço suficiente para ao menos 500 cavalos e suas bigas. O texto bíblico diz ainda que Deus guiou os hebreus em sua jornada com uma coluna de fumaça durante o dia e de fogo à noite.
Se este êxodo ocorreu no século 16 a.C., estas colunas poderiam ser explicadas pela erupção em Santorini? Apesar da ilha grega estar a 800 km de distância, a coluna de fumaça saída do vulcão poderia ter atingido até 64 km de altura acima do nível do mar.
O climatologista Mike Rampino diz que isso permitiria que ela fosse vista desde o Egito. Durante o dia, as cinzas poderiam ter sido confundidas com fumaça e, à noite, a eletricidade estática na atmosfera poderia ter gerado raios no céu.

A TRAVESSIA

Trata-se do episódio mais famoso – e controverso – do êxodo hebreu.
Ao ler a Bíblia em hebraico, é possível notar que a palavra "vermelho" foi traduzida de forma errada. Nesta versão, Moisés e seu povo cruzam o "yam suph", ou "mar de junco (tipo de planta)".
"Esta é uma história estranha. Você pode imaginar que cruzar o Mar Vermelho seria uma tarefa muito difícil, mas fazer o mesmo em um mar de junco seria algo bem diferente. Esta é uma área de pântano e é provavelmente o local da travessia", diz o egiptólogo David Rohl, ex-diretor do Instituto de Estudos de Ciências Interdisciplinares e autor de Êxodo: Mito ou História (Thinking Media Man, 2015). Mas como explicar o relato de que o mar teria retornado a seu estado original e afogado os soldados do faraó?
"Se estamos falando de um pântano raso composto por juncos, haveria ali no máximo dois ou três metros de profundidade. Então, este tipo de fenômeno seria fisicamente possível", afirma Rohl. "Na verdade, isso já foi testemunhado nos últimos cem anos. O exército egípcio pode não ter sido completamente dizimado. Muitos cavalos teriam morrido e as bigas ficado presas na lama."
Mas, e quanto à famosa imagem do cânion formado pela elevação da água? Isso teria qualquer correspondência na realidade? Simulações da erupção de Santorini mostram que o colapso da ilha gerou um enorme tsunami de 182 metros de altura, que viajou a 640 km/h.
O geólogo e especialista em tsunamis Floyd McCoy, da Universidade do Havaí, nos Estados Unidos, diz que essa foi uma das maiores ondas já registradas na história e provavelmente atingiu o Egito. "Acredite ou não, encontramos evidências dela no fundo do oceano. Tsunamis de fato rasparam o fundo do Mediterrâneo e moveram sedimentos. Podemos encontrar estes sedimentos – e isso nos dá uma ideia de sua direção", diz McCoy.
"Um modelo computacional nos mostrou ondas irradiando por todo o Mediterrâneo e atingindo o delta do Nilo." Esse tsunami poderia ter dividido as águas do "mar de juncos"? Ao analisar as ondas pouco antes de quebrarem, percebemos que a água se retrai da costa.
Um mega tsunami teria feito o mesmo com bilhões de litros de água – não apenas da costa, mas de rios e lagos conectados ao litoral – fazendo com que a terra "secasse" por até duas horas. "Um tsunami de dois metros provoca uma mudança rápida do nível do mar de mesma proporção e viaja por vários quilômetros terra adentro", diz Costas Synolakis, especialista neste fenômeno da Universidade da Califórnia do Sul. "A força destrutiva de um mega tsunami seria mais do que suficiente para destruir um exército."
Outra evidência torna esta teoria plausível. Em 1994, a ilha de Mindoro, nas Filipinas, foi atingida por um tsunami e um terremoto. O tremor abrir uma grande rachadura no fundo de um lado localizado a 1,5 km da costa. Uma testemunha contou na época que viu a água do lago escorrer como em uma cachoeira, sendo tragada até revelar o fundo. O tsunami ainda percorreu 1,5 km de um rio, levando consigo uma embarcação de 6 mil toneladas. A mega onda que atingiu o delta do Nilo foi mil vezes mais devastadora do que este fenômeno recente.
Outra teoria formulada por cientistas americanos ainda dá conta que o movimento dos ventos poderia ter aberto uma passagem de terra nas águas, o que permitiria a travessia. Os resultados, divulgados na publicação científica Plos One, foram baseados em simulações de computador, nas quais os pesquisadores mostram como um vento forte vindo do leste e soprando ao longo da noite poderia ter provocado a retração das águas no local onde um rio antigo se encontrava com uma lagoa costeira no delta do Nilo. Quando o vento perdeu força, as águas teriam voltado ao normal. "A simulação vai de encontro ao relato do êxodo", diz o líder do estudo, Carl Drews, do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica dos Estados Unidos.
A pesquisa faz parte de um projeto científico mais amplo que avalia o impacto de ventos em corpos de água e, ao identificar o local no sul do Mediterrâneo onde a travessia teria ocorrido, pode ajudar arqueólogos na busca por novas evidências.

Os egípcios não tinham como costume escrever sobre suas derrotas, por isso seria quase impossível que tenham escrito sobre os fatos históricos que envolvem as pragas e a saída dos hebreus de seu país. Ainda assim, entre Arqueólogos e Egiptólogos quase existe um consenso de que não existiu o êxodo bíblico no Egito, e nem sequer bairros israelitas, no entanto, a “Estela de Merenptah” (ou como presunçosamente é chamada de “Estela de Israel”), que fala sobre as vitórias deste faraó contra os inimigos do Egito, faz uma listagem dos países derrotados por Merenptah, faraó da XIX Dinastia. Nesta declaração, dentre muitos hieróglifos está um conjunto que pode estar falando de Israel. Por este hieróglifo estar acompanhado pela a imagem de um homem e uma mulher (e não dos símbolos que indicam um país), acredita-se que estaria falando de um povo nômade ou uma tribo, mas não existe certeza quando ao seu significado. Esta estela foi encontrada no templo mortuário de Merenptah e originalmente pertencia a Amenhotep III da XVIII Dinastia. Hoje ela pode ser visitada no Museu Egípcio, no Cairo.
Com a existência da “Estela de Merenptah” foi sugerido que o faraó do êxodo seria Ramsés II, já que ele, quando subiu ao trono, ordenou a construção da cidade de Pi-Ramsés no Delta do Nilo. Quando Ramsés chegou ao fim da vida o seu primogênito Amunherwenewmef já estava morto. Merenptah, seu sucessor, era seu décimo terceiro filho. Como Ramsés ordenou a criação de uma nova capital no Delta (de certa forma próximo ao Mar Vermelho, o caminho de escape dos hebreus na fuga do Egito) e seu primogênito morreu muito antes do faraó especulou-se que este seria o governante egípcio que teria enfrentado Moisés e o seu sucessor teria lutado e derrotado os israelitas marcando então sua vitória na estela. (Márcia Jamille Nascimento Costa, 2011, mestre em arqueologia).

Assista aos vídeos:
 Dr.Rodrigo Silva - Porque Creio na Bíblia 



A HISTÓRIA DA BÍBLIA COMPLETA SUAS VERDADES E OS MITOS QUE O POVO INVENTA COM DR. RODRIGO SILVA



Vimos aqui resultados de pesquisas feitas para comprovar cientificamente o relato bíblico. Além desses fatos, outros também podem ser confirmados pela ciência. Todavia, a grande questão para aqueles que creem em Deus não é e nunca foi se a Bíblia pode ser comprovada pela ciência, pois se a própria bíblia reafirma a veracidade da Palavra de Deus e Jesus confirmou-a ao orar: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (Jo 17.17), sendo que nesta ocasião já existiam os escritos do Antigo Testamento, portanto, Jesus confirmou todo o Antigo Testamento, a partir do livro de Gênesis, como sendo a verdade divina.
Haverá muito sobre Deus que a ciência não provará com seus experimentos; haverá fatos que historiadores vão chamar de lenda; para outros pode até ser que a ciência prove o contrário; porém, isso não significa que a ciência é inimiga da fé, ou vice-versa, a ciência também pertence a Deus.


então, compreenderás o que significa o temor do SENHOR e acharás o conhecimento
 Porquanto é o SENHOR quem concede sabedoria, e da sua boca procedem a inteligência e o discernimento.   Provérbios 2:5 e 6

 Até em a ciência refutar a Deus, há um propósito dEle, pois é aí que entrará em ação a FÉ! 


Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam. Hebreus 11:6

Para termos fé é necessário não termos todas as provas, não vermos todas as razões, não compreendermos tudo, pois:

Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos. Hebreus 11:1


 Nosso relacionamento com Deus acontece pela fé! Acreditar no que vemos não é fé, é ciência, sendo assim, não precisamos de provas visíveis ou materiais para crer no que o Autor de nossa fé afirma. Simplesmente ACEITAMOS como sendo verdade, ainda que não haja qualquer evidência. 
Quando partimos deste pressuposto, estamos prontos para receber todo o conhecimento, apoio e autoridade das Escrituras como sendo realmente a Palavra de Deus e, então, damos início àquilo para o qual ela existe há séculos: a comunicação de Deus conosco!  
A Bíblia é nosso manual de instruções, é ela que rege nosso comportamento, nossa crença, nossa esperança no futuro, porque ela rege nossa ideologia de vida.
Agora que você crê na Bíblia, está pronto para continuar o processo de intimidade com Deus. Tenha certeza, Ele falará muito ao seu coração e transformará sua vida por completo!